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Um programa formativo de e-learning se pode enfocar de muitas formas. Em
nosso caso, a filosofia é que o aluno atue desde o primeiro dia, por assim dizer
com o diretor de exportação de uma empresa. Como tal, é consciente que
atua em um mercado global, altamente competitivo. Esta é a filosofia que deve
adaptar para estudar conosco, cujo objetivo é dar mais protagonismo ao aluno.
Este novo enfoque supõe provocar ao aluno, arrancar-lhe de sua passividade,
converter-lhe em “sócio intelectual”, mobilizando sua energia, suas vivências e
sua criatividade mediante foros de debate, análise e resolução de casos,
confronto de percepções opostas, apresentação de experiências discrepantes,
etc...
O aluno tem que aceitar este desafio, não tem que esperar que seus tutores
vãos atrás dele para ver se acabou os exercícios ou tem alguma dúvida; mas tudo
o contrário, o aluno tem que liderar este processo, se necessita ao tutor, este
sempre estará à sua disposição, mas, da mesma forma que nos negócios
internacionais, não pode esperar a que os tutores vãos atrás dele.
Esta filosofia de trabalho é segundo nossa experiência, a mais adequada para
a formação de comércio internacional em modalidade e-learning e cumpre com as
tendências internacionais formativas que se verão culminadas com a entrada em
vigor do Espaço Europeu de Educação Superior, cujo objetivo é facilitar o
desenvolvimento de habilidades. Daí o fomento do auto-aprendizagem que dará uma
grande importância ao estudo baseado no esforço pessoal. Para facilitar a
mobilidade estudantil e trabalhista se compararão os estudos em função do
esforço que supõe estudá-los. Por isso se utilizará o crédito europeu que será a
unidade de medida comparativa. Daí nossa ênfase em fomentar este tipo de estudo.
O aluno não pode esperar a aprender por “empatia”. É necessário esforçar, da
mesma forma que se esforçaria em um curso presencial, assim como fazer os
exercícios propostos. Estes são fundamentais em nosso modelo de avaliação
contínua.
Na medida do possível recomendamos aos alunos que adaptem os exercícios
propostos ao caso de sua empresa (se estivesse trabalhando em uma) assim como
adaptar os exercícios ao país do aluno.
Quase todos os aspectos do comércio internacional (Incoterms, logística,
etc.) se podem estudar sem maiores problemas, mas há um concretamente, a
negociação intercultural, que além de estudar é necessário praticar. Só a
prática, negociando e interagindo com pessoas de outras culturas, é a que nos
permitirá ter uma experiência neste tipo de negociações. A riqueza intercultural
de toda a comunidade global de alunos EENI é ideal para praticar a negociação
intercultural. Convidamos a todos os alunos a que interajam entre si, com peça
fundamental da formação em negócios internacionais.
Também é preciso refletir sobre o ambiente em que nos movimentaremos: estamos
trabalhando em um ambiente digital, muito diferente a nosso ambiente
tradicional. À distância intercultural e o meio digital, fazem com que às vezes
as comunicações possam ser complexas. Tenhamos sempre presente estas duas
características, e ante qualquer dúvida ou mal-entendido o melhor e mais efetivo
falar.
Como já mencionamos anteriormente, esta metodologia pretende fomentar o
desenvolvimento das habilidades. Está comprovado que as empresas buscam não só
que o trabalhador tenha uns conhecimentos para cobrir postos diretivos, mas se
buscam, além disso, habilidades tais como: capacidade de comunicação,
organização do trabalho pessoal, sentido da responsabilidade, comportamento
ético, disciplina de trabalho, mentalidade empreendedora, contribuição de idéias
para a solução de problemas (criatividade), etc. Nossa estratégia de formação
atualmente já inclui estes aspectos, porque deixar à margem estas demandas do
mercado de trabalho é atuar de você espalda à realidade.
Os resultados são claros: os alunos que finalizaram nossos cursos, em geral,
melhoraram seu posto de trabalho, bem ascendendo na empresa ou encontrando um
novo posto em outra empresa.
Metodologia
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