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Conteúdo:
- A digitalização. A nova economia. A e - transformação das empresas
- Modelos de negócios na Internet
- Conceitos de e-Segurança. Firma e certificado digital. Protocolos SSL, SET, etc.
- Processos: CRM (Customer Relationship Management), Call centers, e-Procurement
- Plano de e - negócio. Direção de projetos e-business.
Objetivos:
- Entender os conceitos do novo mercado digital (digitalização; átomos e bits; pensar globalmente, atuar localmente, trabalhar digitalmente).
- Entender os conceitos da nova economia, pervasive computing, e - alianças, acesso ou posse, core business, assim como analisar a situação no mundo.
- Entender os diferentes modelos de negócios digitais que uma empresa pode implantar, assim como a importância da estratégia, o marketing e a tecnologia em um projeto de e-business.
- Conhecer os aspectos mais importantes da segurança na Internet e os protocolos habitualmente utilizados para operar em ambientes digitais seguros.
- Conhecer os principais processos de e-business e algumas soluções tecnológicas.
- Estar consciente da importância estratégica de um correto plano de negócios e como desenvolvê-lo. Conhecer o processo de implantação de um projeto digital.
Resumo:
Internet, comércio eletrônico, e-business, marketing digital, e-pme (pequenas e médias empresas virtuais), são palavras que estão na moda. Os meios de comunicação mostram notícias relacionadas com elas a cada dia; as administrações fomentam cada vez mais seu desenvolvimento; as universidades têm seus campus digitais; as empresas vendem pela Internet e mudam sua organização; os bancos permitem a seus clientes operar on line; e tudo isto está ocorrendo em praticamente todo o mundo, considerado já como um fenômeno global. Neste curso, vamos analisar o impacto das novas Tecnologias de Informação (TI) nos aspectos empresariais.
Estamos passando da sociedade industrial para a sociedade da informação, regida por uma nova economia: a economia digital ou e-economia, caracterizada por ser global e digital. Surgem novas oportunidades, mas também novas ameaças. Os pequenos podem competir com os grandes sempre que souberem encontrar seu nicho de mercado. Talvez muitas coisas tenham que ser reinventadas, pois muitas das coisas do mundo tradicional já não são válidas neste novo mercado. De alguma forma, tudo isso impacta nos aspectos socioeconômicos da sociedade. Nesta unidade vamos caracterizar esta nova economia que as empresas devem conhecer para entender o desafio digital.
O e-business é uma nova forma de fazer negócios. Muitas coisas que até agora eram certas e habituais na gestão empresarial, agora talvez tenham que ser revistas. Nesta unidade, vamos estudar os diferentes tipos de modelos (B2B, B2C, etc.) e ter uma visão deste novo mercado.
Nada tem uma segurança absoluta na Internet. Tanto os provedores como os compradores têm um risco, entretanto, a tecnologia oferece meios de transações cada vez mais seguras. As técnicas de criptografia de dados podem transformar o comércio eletrônico em mais seguro que o comércio tradicional baseado em cartões de crédito. A dificuldade está em convencer o consumidor digital de que nosso site é realmente seguro, assim como de que o comércio eletrônico também. Quando se realiza uma transação pela Internet e se enviam os dados pessoais (nome, número de cartões de crédito, etc.) deveríamos considerar se podem ser interceptados durante a transmissão (entre comprador e vendedor) por alguém que não seja o vendedor e se alguém poderia utilizar estes dados para adulterar nossa identidade. Igualmente, o vendedor quer assegurar-se de que os dados que recebe são verdadeiros, ou seja, necessita saber que o comprador é quem diz ser. É por estas razões que tem se desenvolvido os sistemas de transações seguras.
A firma digital não é mais que um tipo de criptografia, na qual se realiza um controle sobre o fluxo de informação (por exemplo de um contrato, de um número de cartão de crédito, etc.). São usados para verificar o provedor de uma determinada informação e garantir que a informação firmada (o pedido, o número do cartão, etc.) não tenha sido alterada.
Um dos problemas que as empresas encontram, no que se refere a qual tecnologia selecionar, é a falta de referências claras de empresas com experiência comprovada na implantação destes processos e tecnologias. Além disso, existem múltiplas opções tecnológicas no mercado. A grande pergunta é se realmente todas estas aplicações que estamos vendo nesta análise são necessárias e, no caso de serem, deveremos contrastar os critérios de seleção. O plano de negócio deveria definir qual plataforma tecnológica necessitaremos e qual estratégia de e-business aplicaremos. Em resumo, temos que definir:
- Qual é o negócio
- Quais objetivos buscamos
- Como os conseguiremos (e - estratégia)
Nesta unidade analisaremos os principais e - processos e apresentaremos algumas soluções tecnológicas.
Temos como idéia de negócio que, tanto se vamos buscar financiamento externo como se vamos desenvolver o projeto sozinhos, necessitaremos de um business plan (BP). Observamos que muitos projetos digitais são lançados sem fazê-lo, mas acreditamos que é um erro grave. Primeiro porque, se nos pusermos a refletir sobre nosso projeto e tentarmos pô-lo no papel, certamente aparecerão alguns pontos que não estavam suficientemente definidos. Segundo porque, se buscamos algum investidor ou patrocinador, a primeira coisa que nos pedirão será o BP. Sem ele, nem sequer nos atenderão. Por outro lado, existem muitas formas de fazê-lo, mas não existe um modelo oficial. Ao longo deste estudo, apresentaremos algumas idéias chaves. Tenha presente que ninguém conhece o projeto melhor que você; outras pessoas poderão aconselhar-te sobre a forma ou estruturação, mas a idéia é sua e somente você saberá passá-la para o papel.
Também vamos analisar o processo de implantação de uma empresa na rede. Esta deve ser o fruto de um projeto perfeitamente desenvolvido e com objetivos bem definidos. Não tem que estar na internet apenas por estar. A definição de um correto modelo de negócios digital é o primeiro passo que toda empresa ou empreendedor deveria dar, seja uma firma de "ladrilhos
e morteiro" (empresa com presença física e atividade no mercado tradicional, "brick and mortar") ou de uma firma digital (que opera somente na Internet ou "pure players"). Este processo deve ir além da simples criação de páginas na Web. Deve considerar esta implantação como um projeto quase de reengenharia, aproveitando ao máximo as vantagens que as novas tecnologias oferecem. Temos que reinventar muitas coisas. Muitas organizações consideram o desenvolvimento de uma boa página na web, do ponto de vista estético, requisito suficiente para sua presença e êxito na Internet, mas o certo é que apenas cumpre o primeiro dos objetivos, ou seja, a presença.
Idiomas disponíveis:
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